Sefin participa de operação que investiga esquema criminoso com prejuízo superior a R$ 10 milhões a produtores rurais
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A Secretaria de Estado de Finanças de Rondônia (Sefin) participou da Operação Rompere, deflagrada pela Polícia Civil para investigar um grupo suspeito de envolvimento em práticas ilegais que teriam causado prejuízos superiores a R$ 10 milhões a produtores rurais, além de possíveis impactos nos tributos do estado.
A ação cumpriu cerca de 40 medidas, entre mandados de busca e apreensão e bloqueio de bens, com o objetivo de reunir provas, interromper as atividades do grupo e recuperar valores que possam ter sido desviados.
Durante a operação, equipes da Sefin acompanharam diligências em três locais, incluindo um frigorífico, para coletar documentos e registros contábeis e fiscais que ajudem a identificar irregularidades e apurar possível falta de pagamento de impostos, como o ICMS.
As investigações indicam que o grupo pode estar envolvido em crimes como estelionato e irregularidades fiscais. A participação da Sefin tem como objetivo apoiar a investigação da Polícia Civil e analisar os dados coletados para identificar possíveis infrações tributárias.
O chefe do Núcleo de Inteligência Fiscal (NIF), José Luís, destacou a importância do trabalho técnico da Secretaria. “A atuação do NIF permite identificar indícios de irregularidades e analisar as informações com precisão. Com o material coletado, será possível aprofundar as investigações, identificar os responsáveis e dimensionar os prejuízos causados”, explicou.
O secretário de Estado de Finanças, Franco Maegaki Ono, reforçou o compromisso do Governo com o combate às irregularidades. “Esse trabalho mostra que o Estado está atento. Combater fraudes é fundamental para proteger quem trabalha de forma correta, garantir a arrecadação e assegurar que os recursos públicos sejam revertidos em benefícios para a população”, afirmou.
A operação reforça a importância da atuação integrada entre os órgãos públicos no combate a crimes que prejudicam produtores, a arrecadação e a concorrência justa. As investigações continuam e podem levar à identificação de novos envolvidos e à responsabilização dos participantes do esquema.
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